O capitão
Você vira o CEO que reposicionou a Vanguarda antes de o mercado forçar. O Conselho passa a ver método, não pânico.
Assume o papel de patrocinador visível do piloto e cobra processo, não milagre.
O Projeto Ponte transforma 500 licenças de IA paradas em resultado, e cada líder resistente em promotor da mudança. Uma ponte entre o legado criativo e o novo mercado.
Duas décadas de império criativo na Faria Lima. Em 2025 o mercado virou, e o CEO comprou o futuro sem preparar o presente.
Toda a rejeição à mudança nasceu de uma insegurança diante da IA, não da tecnologia. Este é o fio que conduz a apresentação, em cinco atos.
Roberto não errou na tecnologia, errou na dose de medo. Ao impor "somos AI-First" sem preparar ninguém, transformou insegurança em pânico coletivo. A insegurança é a matéria-prima do caos, não a ferramenta.
Cada sintoma do Caos Automatizado é uma defesa contra o medo, não contra a ferramenta. Shadow AI: medo de errar na ferramenta oficial. Boicote da "mão de seis dedos": medo de virar obsoleto. Freio de mão da TI: medo da culpa. Bloqueio do Jurídico: medo do processo. A cultura rejeita o transplante porque ninguém tratou a insegurança.
O sênior teme perder o olhar que o tornava insubstituível. O profissional médio teme virar redundante. A raiz é uma só: ser reduzido ao que a máquina faz.
Gestão da mudança é endereçar a insegurança. Cada líder recebe o argumento na moeda dele; cada profissional recebe um novo lugar: curadoria, critério, estratégia. A tecnologia sempre esteve pronta, faltava tratar a pessoa.
Um piloto de 90 dias, orçamento zero, com o CFO no controle. Provamos, num caso real, que tratado o medo, a IA vira resultado.
Inteligência Artificial sem a inteligência humana da gestão da mudança é apenas um software caro.
Tratar a IA como ponte entre o legado e o novo mercado, não como brinquedo. Quatro decisões que acalmam a liderança.
Antes de convencer, posicionar. Depois, transformar o medo de cada líder em apoio ativo.
Marcela concentra alto poder (pode travar o acesso via bloqueio de IP), mas seu interesse está na proteção jurídica, não na inovação. Esse descompasso entre poder e motivação é a origem do conflito, e é onde o Comitê age primeiro.
Você vira o CEO que reposicionou a Vanguarda antes de o mercado forçar. O Conselho passa a ver método, não pânico.
Assume o papel de patrocinador visível do piloto e cobra processo, não milagre.
As 500 licenças saem de 15% para 85% de uso. Payback do piloto em 90 dias e margem de 22% para 35%.
Recebe o piloto de 90 dias como o business case que exigiu, com ROI, TCO e payback.
50 variações numa tarde e testes A/B no ar. Você reabre os briefings de performance que hoje perde para o concorrente.
Escolhe a primeira conta-piloto e traz o briefing real de performance.
Sem governança de dados não há IA, então a governança é o projeto, e é seu. Entrega uma camada mínima viável primeiro, não a arquitetura ideal.
Define a governança mínima de dados e a lista de ferramentas homologadas.
De "libere o acesso" para "ajude a desenhar as regras". A Política de IA leva o seu nome e a shadow AI, o risco real, acaba.
Co-lidera os guardrails: prompts seguros, ferramentas homologadas e dados que nunca entram num prompt aberto.
Veteranos viram curadores e professores do estilo da agência. A experiência deles vira propriedade intelectual, não obstáculo.
Workshop com um quick win: a IA gera 50 variações, os veteranos definem o padrão e treinam a máquina e os novatos.
O gargalo citado por Fernanda: a criação e aprovação de campanhas de performance.
A mudança não trava na tecnologia, trava no medo. Dois perfis, dois medos, uma mesma ponte.
Seu olhar vira o ativo mais caro. Você sai da execução para dirigir a máquina e treinar o time. A experiência vira propriedade intelectual da agência, o padrão que a IA precisa aprender.
A IA tira o trabalho braçal, não a pessoa. Você sobe para a curadoria e a estratégia, ganha mentoria dos veteranos e reversa, e passa a ser medido por boas decisões, não por horas.
A oferta na língua do Carlos: ROI, TCO, mitigação de risco e resultado rápido.
Receita em queda, contas perdidas e licenças com ROI zero, distribuídas sem processo.
Zero investimento novo. Piloto de 90 dias em uma conta e um fluxo de performance.
Tempo de entrega menor, ao menos uma conta recuperada e margem maior via preço por valor.
90 dias, orçamento adicional zero, checkpoints quinzenais com o CFO.
Abre reconhecendo, sem rodeios, a falha do lançamento anterior. Credibilidade primeiro: isso desarma o ceticismo do Conselho antes de qualquer promessa.
Marcela e Ricardo são parte ativa da solução, não vítimas. Shadow AI eliminada, ferramentas governadas e política co-assinada.
IA como retenção de contas e receita, não substituição de headcount. Os veteranos têm papel redefinido, não eliminado.
Medido num piloto de 90 dias, com ROI, TCO e payback num caso real. Sem fé, com número.